Desde 2016, o Muito Forró começou nas redes sociais como um projeto independente de jornalismo cultural dedicado ao registro, à divulgação e à valorização da cultura do forró. Ao longo de uma década, acompanhou shows, festivais, bailes, aulas, projetos culturais e diferentes momentos da cena forrozeira, especialmente em São Paulo, reunindo fotografias, vídeos, entrevistas, reportagens e outros conteúdos autorais.
O projeto acompanha o forró a partir de quem faz a cena acontecer. Artistas, bandas, músicos, dançarinos, professores, produtores, DJs, espaços culturais e iniciativas independentes fazem parte dessa cobertura. A proposta vai além da divulgação de eventos. Cada show, baile ou encontro pode revelar personagens, trajetórias e mudanças que ajudam a compreender a cultura do forró no presente.
A memória ocupa um espaço importante nesse trabalho. Fotografias, vídeos e entrevistas formam um acervo construído ao longo dos anos, registrando artistas, eventos, espaços e diferentes períodos da cena forrozeira. A seção Memória recupera essas histórias e personagens, especialmente aqueles que ajudaram a construir o forró e nem sempre tiveram suas trajetórias registradas.
O Muito Forró também mantém a Prosa de Forró, espaço dedicado a textos sobre dança, convivência, comportamento, tradição, inclusão e as transformações da cena. São reflexões que partem do cotidiano dos bailes e procuram estimular o diálogo entre diferentes gerações de forrozeiros.
Por trás de todo esse trabalho está o jornalista e escritor Leno Dias, natural do Piauí. O projeto é realizado de forma independente por seu idealizador, que cuida das pautas, pesquisas, textos, fotografias, vídeos, edição e publicação.
Em 2026, o Muito Forró iniciou uma nova etapa com o registro do domínio muitoforro.com.br para a criação de um portal próprio. Depois de mais de dez anos acompanhando a cena, o projeto amplia seu espaço para divulgar reportagens, perfis, memória e informação cultural.
Mais do que reunir registros, o Muito Forró procura acompanhar uma história enquanto ela acontece. São artistas, pistas, músicas, lugares e pessoas que ajudam a explicar por que o forró continua sendo um espaço de música, dança, cultura e convivência.


